19/06/2009

ANTICRISTO

O ANTICRISTO

Sabendo o Senhor Jesus que os seus próprios discípulos estavam cheios de dúvidas com respeito ao que seria após Ele deixar este mundo, fez graves advertências no sentido de que estivessem atentos (também nós) quanto ao surgimento de enganadores que viriam no decurso da era cristã, mostrando que não haveria paz constante como alguns deles pensavam. E da mesma forma, o Apostolo Paulo escrevendo à igreja que estava em Tessalônica, alertou dizendo que alguns falsos cristos já estavam entre eles.
Contudo, deve ser observado e entendido que há diferença entre falso cristo e anticristo. O primeiro não nega a existência do Senhor, preferindo colocar-se como sendo Ele, e assim sair a enganar os povos. O segundo, por sua vez, é o oposto do Cristo Real, pois é totalmente contrário a existência e verdade a respeito de nosso Senhor. O primeiro, o falso, faz uso da verdade e da existência, e do poder do Cristo Real para colocar-se no lugar d’ Ele. O segundo, o anticristo, nega, e negará, até mesmo que o Senhor já tenha vindo ao mundo (ou tentar ridicularizar Jesus como jamais tendo sido o Messias), porque só assim os judeus, vendo o poder por ele manifestado, o abraçarão como o esperado messias.
O anticristo, também chamado de “a besta” no livro do apocalipse, e codificado com o número “666” (Apoc. 13:18 q.v.) foi assunto que tirou a vida de milhares de pessoas no período da inquisição (obra de extermínio da igreja católica apostólica romana, no período de 1.227 a 1.241, observado no ponto 12 desta apostila em profecias cumpridas). Naquele tempo, bastava que o nome da pessoa somado numericamente revelasse o número-código da besta, passo avante estava condenado à morte, e das mais cruéis possíveis de se imaginar.
Certa época tentaram incriminar a profetisa do sabatismo “Ellen Gould White”, como sendo o anticristo. Contudo, não lograram êxito.
E, apesar dos erros cometidos, não podemos negar que esta foi também uma mulher de Deus. E, talvez, o maior erro não seja o que ela cometeu em suas interpretações, mas maior o erro dos que ainda hoje dão ênfase remendando aqui e ali certos ensinos, não necessariamente de Ellen White, mas muito mais do seu desviado fundador Willian Miller, de família batista, nascido em 1.782 na cidade de Pittsfield - Massachussetts EUA..

Veja alguns exemplos de seus erros: em 1.818 começou a anunciar que Cristo voltaria à terra em 20 anos. Em 1.831 começou a anunciar que este evento ocorreria em 23 de março de 1.843. Percebendo o erro marcou a data para 22 de outubro de 1.844. Consciente de mais um erro, e entendendo que o erro maior estava na sua forma de entender as coisas de Deus, retornou à igreja de origem em busca de reconciliação, abandonando o movimento criado por ele mesmo.
Os estudiosos têm sido unânimes na seguinte tese: 666, código numérico da besta, o anticristo, é o número máximo da imperfeição humana, pois é como se alguém estivesse tendo uma tremenda luta contra a Trindade Divina (3x) para chegar ao “7” que é o número simbólico da perfeição. E esta luta não é para ser perfeito, mas para opor-se à perfeição.
Por outro lado, a besta está codificada com o “666” exatamente por causa da trindade maligna. Ou seja: o dragão (diabo) = 6, o falso profeta = 6, e a besta que terá poderes malignos = 6; perfazendo assim o numero máximo da imperfeição humana, que é o “666” (Apoc. 20:10 q.v.). Aí, uma clara imitação da Trindade Divina, quando Deus = 7 (Gn 2:2,3), quando Jesus = 7 (Mc 2:27,28), e o Espírito Santo = 7 (Apoc. 4:5), perfazendo assim o número máximo da perfeição, que é “777” (Mt. 28:19 q.v.).
Porque o número “7” é dado como o número da perfeição? Eis apenas alguns poucos exemplos, quem sabe se com eles quebramos, de vez, o dito popular e diabólico de que o 7 é o número da mentira: Deus, após criar todas as coisas, descansou no 7o. dia (Gn 2:2); o Senhor Jesus quando censurado pelos fariseus pelo fato de que seus discípulos comiam no dia de Sábado, respondeu que até do Sábado (7o. dia) Ele era (e é) Senhor (Lc 6:5); quando o Apostolo João se encontrava na Ilha de Patmos, a primeira ordem que recebeu é que escrevesse às 7 igrejas da Ásia (na verdade: 7 igrejas de 7 regiões diferentes, de 7 tempos diferentes, e de 7 estilos diferentes). E, quando João virou-se para ver quem falava com ele, contemplou um semelhante ao Filho do Homem, no meio de 7 castiçais de ouro (=7igrejas), e Ele tinha na sua mão 7 estrelas (= 7 anjos das 7 igrejas – Ap. 1:20 q.v.). Ainda João, numa visão, contemplou o trono de Deus, e viu 7 lâmpadas queimando ardentemente, representado os 7 Espíritos de Deus (Ap 4:5), e outros pontos mais que poderíamos citar, mas que dariam páginas e mais páginas.
Alguns escritores têm relacionado o número 666 com algumas coisas que nada tem a ver. Alguns o relacionam a entidades religiosas, outros a grupos comerciais, grupos financeiros e até nações. Não descartamos a possibilidade de estar o anticristo ligado a um grupo, seja comercial, político ou religioso. O que rechaçamos é o fato de ser ele uma destas coisas. O Senhor Jesus foi bastante explícito e categórico ao afirmar que “é o número de um HOMEM” (Apoc. 1:1 – 13:18). Portanto, se é o número de um homem, já não o é de uma entidade, seja ela o que for, e também não é o número de uma mulher, como no caso de Ellen G. Whaite.
Da mesma forma, o anticristo não é Hitler, como alguns tentaram, e outros ainda tentam, mostrar. Apesar de ele ter causado grande dano à humanidade –aos judeus em particular- , devemos observar que, conforme texto apocalíptico (17:8 q.v.), a besta é o remanescente do Império Romano de Nabucodonozor (Dn 2 q.v.), e Hitler era do império Alemão/Austríaco (...). Mais que isto, as profecias concernentes ao anticristo, principalmente as que envolvem a nação israelita, Hitler não as cumpriu. Portanto, descarta-se, de vez, a possibilidade de o anticristo, o que colocará em prática as profecias de Daniel, já haver existido em tempos passados.
Escritores diversos citam, com freqüência, fatos curiosos relacionados que o número 666, mas nenhum já visto é tão interessante como o são os títulos usados pelo sumo pontífice da igreja católica apostólica romana. Dois títulos usados pelo papa, em latim, são: “VICARIVS FILII DEI” e “VICARIVS GENERALI DEI IN TERRIS”. O primeiro traduzido é: Vigário Filho de Deus, e o segundo é: Vigário Geral de Deus na Terra. Ambos revelam, quando somados numericamente, o apocalíptico número da besta, o “666”.
Adolf Hitler, apesar de não ser a besta, pode, com segurança, ser visto e entendido como sendo a sombra do tal. Sabemos, contudo, que nenhum mal poder causar a sombra, mas sim aquele de quem a sombra é projetada.

Veja:
V i c a r i v s F i l i i D e i
5+ 1+ 100+ 0+ 0+ 1+ 5+ 0+ 0+ 1+ 50+ 1+ 1+ 500+ 0+ 1= 666


V i c a r i v s G e n e r a l i D e i I n T e r r i s
5 1 100 1 5 50 1 500 1 1 1= 666


hebraico Grego

Esta suspeita, que não é só minha, cresce ainda mais quando voltamos ao livro do apocalipse e encontramos que “é o número de um homem”.
A este respeito, surge mais sustento, quando tomamos conhecimento de que em outros países até mesmo padres católicos, como em Portugal, já não fogem a esta patente realidade, crendo que realmente a besta será um papa, pois somente alguém gozando dos privilégios papais teria condições de por em prática as profecias apocalípticas, em si considerando o poder e prestígio concentrados nas mãos do papa e do Vaticano.
Cito aqui um nome para todos ficarmos bem atentos a ele: JEAN-MARIE LUSTIGER cardeal de Paris. Sua história: Lustiger é o mais alto representante do clero católico na França, além de considerado um dos candidatos à sucessão papal em Roma. Em sua juventude ele foi um “judeu kosher” (ritualmente puro), quando então se chamava Aharon Lustig, e vivia com seus pais na França . Quando aos 14 anos converteu-se ao catolicismo e deixou, por força da religião, sua família, que acabaram sendo mortos no holocausto.


INVESTIGAR O APOCALIPSE 13

Sugiro aqui, para aqueles que querem realmente se inteirar do assunto, que estudem com profundidade o capítulo 13 de apocalipse que, aliás, é onde encontramos os termos mais claros a respeito da atuação do anticristo, o governante mundial.
Vendo os versos 2 e 4, tomamos conhecimento do grande poder satânico que a besta, a que subiu do mar das nações, tem em mãos. Conforme o versículo 4, este poder se dá também no campo militar.
Conforme os versículos 1 e 7 a besta terá poder sobre toda a raça humana, exercendo assim autoridade mundial, e deverá ser adorada por todos, conforme os versículos 4 e 8, cabendo àqueles que não a adorarem cruel perseguição, segundo o versículo 7. Como não bastasse, a besta irá blasfemar contra o nome de Deus e seus Santos, segundo o verso 6.
De igual forma, a besta que sobe da terra do oriente médio, além de exercer os poderes da primeira (verso 12), também deverá ser adorada, como nos diz o verso 15.. Esta, por sua vez, irá exercer poder e sedução sobre os povos, segundo os versos 13 e 14. E, com rigidez, implantará uma ditadura econômica, conforme nos relata os versos 16 e 17. Fato, aliás, que já contemplamos a passos largos em nossos dias.
Uma vez mais que não passar despercebido: É O NÚMERO DE UM HOMEM.
Segundo o versículo 16, todos deverão levar consigo o sinal da besta, seja na mão direita, seja na testa (possivelmente uma forma de expressão). E todos quantos não o tiverem estarão proibidos de comprar ou vender qualquer produto, serviço, ou negócio. Diante disto, o que dizer do certificado ISO tão requerido nestes dias para que as empresas tenham condição de vender ou comprar no âmbito internacional. A partir de que a existência e a necessidade deste certificado, que aparentemente surgiu do nada? E, porque só consegue negociar internacionalmente as empresas que já o possuem? O que dizer, ainda, a respeito do sistema de identificação pela íris já difundido em países europeus, onde o comprador não precisa de um único centavo em mãos para realizar suas comprar? Que dizer também sobre o sistema de identificação já usado em alguns aeroportos do mundo, como o de Newark NJ nos Estados Unidos, e também em aeroportos do Japão, onde o passageiro é identificado com um simples por de mão sobre uma tela que faz a leitura da sua situação financeira e civil?
Segundo a palavra de Deus, no versículo 15, todos quantos se recusarem receber o sinal da besta serão por ela mortos. Contudo, os que não desfrutaram do arrebatamento, e em cujo coração desperta agora o temor a Deus, preferirão antes a morte a receber, ou participar de tais sinais (Apoc. 20:4 q.v.), visto que todos quantos o receberem já estarão condenados (Apoc. 14:11 q.v.). Sabendo, contudo, que esta morte será terrivelmente dolorosa.

No verso 3 vemos que uma das cabeças da besta foi ferida de morte, e que sua chaga mortal foi curada de forma espantosa, sendo, então, grandemente adorada. Sendo esta a mesma que transferirá o poder a outra que sobe da terra.

Peço ao leitor que viaje comigo através da história, a anos atrás quando o papa João Paulo II (Karol Wojtyla) sofreu um terrível atentado em plena praça de São Pedro, no Vaticano. Ali, o papa recebeu um tiro mortal a curta distância, em seu corpo já avançado em idade, e poucos dias depois já estava em plena atividade, realizando viagens pelo mundo inteiro, onde é recebido com todas as honras em grandes recepções. Exatamente o oposto do que se deu com Jesus (João 5:43 q.v.).

Este atentado ocorrido em 13 de Maio de 1981, é dado como o "Terceiro Segredo de Fátima". Contudo, para pôr em prática o tal 3º segredo foi necessário que o próprio Vaticano planejasse e executasse um atentado contra o seu representante maior. Pois é o que consta no Jornal O Globo, de 8 de Agosto de 1994, página 15, onde, em meia página, conta a história do atentado ocorrido em 13 de Maio de 1981 na praça de São Pedro, no Vaticano. Segundo a matéria, o complô teve origem dentro do próprio Vaticano, que teria contratado o turco Oral Celik para comandar a operação, enquanto Mehmet Ali Agca tinha por incumbência ferir, e não tirar a vida de João Paulo II, segundo o que o líder, Oral Celik contou à magistratura italiana, quando espontaneamente se entregou para contar tudo o que sabia, e diz: "Não se preocupem, vou contar tudo o que sei. Os mandantes de Ali Agca (o homem que atirou no papa) pertencem a alta hierarquia da Santa Sé. Gente do mais alto nível. A ordem era ferir e não matar. Agca é um ótimo atirador e daquela distância não poderia errar. O plano da Santa Sé, porém, previa apenas o que foi feito". Ali Agca, por sua vez, segundo a Folha de São Paulo, de 11 de Julho de 2000, na página A12, chama o Vaticano de "QUARTEL GENERAL DO DIABO". Ao enviar uma mensagem para o papa que o perdoou por seu ato, ele diz: "Meu querido irmão João Paulo II, deixe seu posto! Deixe-o imediatamente e volte para a Polônia. Você é uma boa pessoa, mas não pode ocupar o posto de líder do Vaticano, que é o depósito de lixo da história e o Quartel General do diabo".

Há alguns anos atrás um grupo religioso de âmbito internacional anunciava (e ainda fazem isto) em suas literaturas que a besta apocalíptica já havia estado neste mundo, que teria sido derrotada e que não seria mais. Falavam a respeito do gigante Golias, contra o qual Davi lutou e prevaleceu. Eles se esqueceram de que Golias havia existido a mais ou menos 1.100 anos antes de se escrever o Apocalipse, e se esqueceram até mesmo de outras profecias concernentes ao mesmo assunto. E, talvez, o detalhe mais importante de que tenham se esquecido é que, quando foi escrito o apocalipse apontava para o futuro vindouro, com raros pontos para o momento em que viviam os pais da igreja, e não para o passado. E, ainda outros tantos detalhes que poderíamos apontar, mas que não cabe aqui ser discutido.

No desdobramento das citações a respeito da besta 666, o anticristo, observa-se que uma, a penúltima, subiu do “mar” (verso 1). Como, pois, entender e aplicar esta citação? Pois bem, quando encontramos essa palavra “mar” nas Sagradas Escrituras, não raramente, indica nações e povos (Jó 38:8 – Is. 57:20 – Mt. 14:25, etc.), e a maior concentração de nações e povos que encontramos está na Europa, perfazendo um volume superior a 30 nações em um território pouco superior a 10.000.000 Km2; um verdadeiro “mar” de nações e povos.

No versículo 4 diz: “e adoraram a besta”. Não é isto o que acontece?

Buscando entender a última besta, a que subiu da terra (verso 11), vemos que a sua origem está no Oriente Médio, talvez no próprio Israel, a “terra” da promessa. Notoriamente, quando encontramos a expressão “terra” nas Sagradas Escrituras, não raro, se refere a nações do Oriente Médio (Ex. 32:13 – Nm. 33:53 – Jer. 22:29, etc.).
Assim sendo, devemos entender que (segundo o que temos entendido pela Palavra): 1º) a penúltima besta, a que subiu do “mar”, já reina, pregando o ecumenismo (II Pe 2:1-3 q.v. – cpr. Dn 4), e outros tantos anúncios apocalípticos. Este que também foi profetizado pelo próprio papa Paulo VI, que disse: ”dia virá, em que UM HOMEM vindo do leste chegará a Roma”(livro O Papa que veio de Longe). O homem que veio do leste, veio da Polônia, aquele que subiu do mar de nações européias. 2º) a última, a que subiu da terra, possivelmente revelará sua origem como sendo do Oriente Médio, pois só assim os judeus o terão como sendo o Messias ainda esperado (Is. 9:6,7 – cpr. II Tss. 2:4 – Dn 9:27 q.v.), e preferencialmente da tribo de Dã, pois foi isto que o pai Jacó profetizou a respeito de seu filho (Gn 49:16-18): “Dã julgará o seu povo, como uma das tribos de Israel. “Dã será serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda, que morde os calcanhares do cavalo, e faz cair o seu cavaleiro por detrás. A tua salvação espero, ó SENHOR!”

Veja-se que todas as palavras do pai a respeito de todos os filhos se cumpriram literalmente, e de forma fantástica as que foram dadas a Judá, que se cumprem aos nossos olhos ainda nos dias de hoje. Mas a respeito de Dã, fica a impressão de ter acontecido um erro por parte do pai Jacó, pois ele disse que Dã julgaria o seu povo como uma das tribos. Já, quando vasculhamos a biblia a este respeito nada mais vemos sobre esta tribo. Já, quando entramos no Apocalipse 7 veremos então todas as tribos ali relacionadas, exceto a tribo de Dã, que ali é substituída pela tribo de Efraim, filho de José.

Mas então vem a pergunta: se o pai Jacó profetizou que Dã julgaria o seu povo, em que julgamento ele aparecerá? Possivelmente aqui temos a resposta de onde virá o anticristo, que se mostrará como sendo o Messias tanto esperado por Israel.


A AÇÃO DO ANTICRISTO

Em verdade, Israel terá neste tratado de paz aquilo que tanto desejou. Neste tempo, e por meio do anticristo, Israel poderá novamente reconstruir o templo tão desejado e pôr em prática o culto mosaico. Ainda neste período, estará em cumprimento o grande drama de Apocalipse 13, onde ninguém compra, ninguém vende, a não ser aqueles que possuírem a insígnia do anticristo.

Esta será a primeira etapa dos 7 anos do tratado de paz. Ou seja: nos primeiros três anos e meio as coisas parecerão ir muito bem, a ponto do mundo já não mais fazer menção de todo aquele povo que há pouco desaparecera da face da terra (os arrebatados do Senhor). E isto é de bem fácil compreensão, pois a terra terá ficado mais vazia, com menos gente, conseqüentemente sobrará mais espaço, sobrará mais alimento (então tão escasso), sobrará novamente emprego e também mais lazer. Isto além de já não ser mais obrigatório, nem mesmo por um simples compromisso que seja, de ir à igreja para cantar (a quem?), orar (a quem?), e estudar a palavra (qual?), visto que muitas serão as novas ocupações, e quem pleiteará o culto agora será o anticristo, via televisão, Internet, e outros meios mais de que certamente fará uso.

Portanto, haverá como que uma brisa de paz que terá por finalidade enganar os que não conheceram e também não desfrutaram do arrebatamento. E isto até que Israel acorde e perceba que, na verdade, firmou um tratado de paz com o próprio anticristo (quando pensavam ser ele o messias), quando este, estando em Jerusalém, quiser assentar-se no trono edificado ao DEUS DOS EXÉRCITOS DE ISRAEL e postular para si a posição de Deus.

Neste tempo, os de Israel hão de entender que caíram num tremendo laço, e porão em prática a profecia de Zacarias 12:10, que diz: “: Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e pranteá-lo-ão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito”, e suplicarão pela volta do Senhor Jesus, entendendo, inclusive, que Ele já havia estado aqui, mas que eles perderam a oportunidade de adorá-lo e de tê-lo na época (Isaias 26:16).

1 comentários:

Cintia disse...

A paz do Senhor Jesus! Parabéns pastor por esta poetagem, ela eh corajosa num momento em que muito cristãos tem deixado a mensagem do arrebatamento e o alerta contra o anticristo de lado. Aqui no japao nossa igreja produziu um filme sobre este assunto, não podemos deixar que mais e mais pessoas caiam na cilada do inimigo, mas temos o chamado missionário para o despertar!!
Deus abençoe granemente